Hoje podemos observar que o
cenário econômico ainda é baseado em uma agricultura forte e persistente para o
desenvolvimento do país, pois ainda possuem grandes influencias na nossa
economia, mais podemos ressaltar a sua importância no cenário nacional e
internacional, sendo como uma das alavancas para o grande capital financeiro.
Pois hoje gera empregos, renda, lucros e produtividade.
Nos últimos 20 anos, os níveis
tecnológicos alcançados pelos produtores rurais brasileiros atingiram patamares
expressivos que podem ser mensurados pelo aumento da produtividade no campo.
Isso explica, por exemplo, o fato de o Brasil ter conseguido dobrar a produção
de grãos para os atuais 100 milhões de toneladas, em relação à colheita de
50,8 milhões de toneladas obtida no início da década de 80, com a mesma área
plantada. Este desempenho no campo só foi possível graças à utilização de
insumos – basicamente sementes, adubo e agrotóxicos – de primeira linha
disponíveis para o setor.
Hoje o agronegócio, entendido
como a soma dos setores produtivos com os de processamento do produto final e
os de fabricação de insumos, responde por quase um terço do PIB do Brasil e por
valor semelhante das exportações totais do país.
Além da maior produtividade do
setor, o câmbio permitiu uma maior competitividade aos produtos brasileiros.
O outro aspecto que devemos
ressaltar e a questão ambiental, principalmente por causa do desmatamento que
vem sendo observado em áreas de expansão da soja, criam um problema sério de
sustentabilidade que o país deve enfrentar, sob pena de estar resolvendo um
problema por um lado (macroeconômico) e criando outro para as gerações futuras
de dimensões mais perigosas que o solucionou. Mais não devemos esquecer que não
é só isso que influencia mais sim outros fatores, como: “extração ilegal de
madeiras, derrubada da mata para transformações de pastagens, e o antigo modo
de “roçagem” que denominamos de ‘coivara’”. Tudo isso só na zona rural não se esquecendo
de outros problemas que existem na zona urbana como poluição, esgoto,
automóveis, indústrias e etc. que ainda existe principalmente no nosso estado,
como grande parte do norte-nordeste do país.
Já o estado do Pará com uma
pecuária forte e uma agricultura que esta se modernizando, ainda existe
problema sócias que precisam ser resolvidos com urgência, fatores de
capacitação das famílias que produzem a suas manufaturas pra que elas saibam
manobra com suas formas de produção, bem diferente de outras regiões
principalmente das regiões do sul e do centro-oeste.
E Capanema?
Bom, Capanema além de possuir uma
agricultura não fortificada, que fica ocioso de uma melhor assistência técnica
que interaja com os agricultores que na sua maioria não tem um conhecimento
técnico - cientifico, fica a mercê da própria sorte para desenvolver as suas
manufaturas. Fora isso Capanema se destaca no cenário local e regional como
produtor de alguns grãos como: feijão, milho e soja se destacando o feijão que
é produzido em larga escala, com acréscimo da “pimenta-do-reino” já soja e
feijão produzido em larga escala por grandes produtores que viram na nossa
região um grande potencial econômico diferente de lideranças locais que não
analisam o mesmo.
Com tudo Capanema cresce baseado
em uma agricultura que ascende, a indústria que tem um grande papel importante
e o comercio que tem forte influencia na nossa economia local.
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