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9 de fevereiro de 2014

Agricultura Orgânica


São inúmeras as indagações  oriundas dos meios de comunicação, consumidores, agricultores, comerciantes, intermediários, investidores, pesquisadores, sindicatos rurais e cooperativas agrícolas, entre outros. Querem saber o que é essa agricultura orgânica cujo mercado nacional e internacional, afirmam alguns, cresce à taxa situada entre 30% e 50% ao ano. Querem saber por que está ocorrendo esse verdadeiro “boom”. Por que há consumidores que se dispõem a pagar, e pagam um percentual de 20, 30, 40, 50%  a mais por um produto, que em alguns casos, com as margens de lucro aplicadas pelos supermercados, chega a 200 e 300% (ou até mais do que isso) em relação ao que é pago ao produtor orgânico, que certamente não é o vilão dessa história. E como se explica que, apesar dessas distorções de preços, o mercado ainda continua crescendo.
A explicação desse fenômeno, que constitui o crescimento exponencial do mercado de produtos agrícolas orgânicos, passa certamente pelo fato de que a agricultura orgânica apresenta várias faces, relacionadas com os benefícios que podem trazer para a sociedade como um todo.
No nível da produção, se os agricultores e consumidores pioneiros estavam cheios de ideologias e princípios filosóficos nas primeiras experiências, esse sistema, atualmente, representa uma alternativa economicamente atrativa para qualquer agricultor. Basta ver o diferencial existente entre os preços recebidos pelos agricultores orgânicos e pelos convencionais.
E, ao contrário do que afirmam comumente os adversários ou ainda os incrédulos em ralação à viabilidade da agricultura orgânica, esse diferencial infelizmente não tenderá a cair rapidamente, pois a entrada de novos agricultores no setor não é livre como no sistema convencional. Para se tornar um agricultor orgânico, é necessário que o candidato passe por um rigoroso processo de investigação das condições ambientais do estabelecimento agrícola e de potencialidade para a produção. São considerados aspectos como o não uso de adubos químicos e agrotóxicos nos últimos dois anos, a existência de barreiras vegetais quando há vizinhos que praticam a agricultura convencional, a qualidade da água a serem utilizadas na irrigação e na lavagem dos produtos, as condições de trabalho e de vida dos trabalhadores, o cumprimento da legislação sanitária, a não existência de lixo espalhado pelo estabelecimento e tratamento não cruel para com os animais de criação (preservando sua dignidade  e bem-estar até a morte). O agricultor assina um contrato com uma certificadora que prevê a fiscalização da sua produção, de modo a garantir a rastreabilidade e a qualidade do produto para o consumidor. Diferentemente do sistema convencional, o agricultor tem que pagar para ser certificado, fiscalizado e também pela assistência técnica, que é quase toda particular e exercida por consultores credenciados pelas certificadoras. Pode-se afirmar que a redução desse diferencial de preço, infelizmente, somente começará a ocorrer, de modo significativo, quando felizmente o Estado estiver tão empenhado em apoiar e assumir esse sistema como oficial, que a agricultura convencional passe a constituir-se num sistema em vias de extinção. Lamentavelmente, esse cenário mostra-se muito longínquo e demorará décadas para ocorrer.
No nível da preferência do consumidor, sabe-se que a agricultura convencional busca satisfazê-la em termos de preço, tamanho, cor, aspecto geral, produção fora de época, embalagem, etc. Não consegue, porém, competir com a disposição dos clientes da agricultura orgânica em pagar mais por produtos que não façam mal à saúde e ao ambiente.


5 de janeiro de 2014

HISTÓRICO

Resumo:

A empresa, ALPHA SESMT, sediada no município de Capanema - PA, têm como áreas de atuação atividades correlatas a segurança do trabalho e  meio ambiente, na qual vem proporcionar melhorias no ambiente de trabalho, evitando assim afastamento por acidentes e doenças ocupacionais (doenças adquiridas no local de trabalho).

Objetivo:

Implantar condições de segurança no ambiente de trabalho, objetivando a prevenção de riscos para profissionais que interajam de forma direta e indireta nas áreas de trabalho.

Metodologia:

As ações de eliminação e mitigação serão através de analises técnicas através de levantamentos de riscos no local de trabalho, treinamentos, capacitações palestras, etc. e formulações de documentos que atrelem os colaboradores a empresa.